Mostrando postagens com marcador orgasmo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador orgasmo. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de março de 2011

Esperando Surpresas, boas, ou nem tanto...


Nós sempre estamos buscando por surpresas, saídas da rotina, mas existem coisas que nós nunca esperamos que vão acontecer, coisas que nos surpreendem mesmo, no meio da noite, coisas tipo Kaoma virar Hit internacional na voz de J.Lo com sua interpretação de Chorando se Foi, sim, de quem um dia só me fez chorar (Se ela tivesse me ligado lhe presentearia com um CD do Calipso).


De certa forma a entendo, deixei há meses de almoçar no restaurante que eu comia[em frente ao meu trabalho] para comer em um à 5 quarteirões [que tenho que ir de carro] só porque cansei de comer mesma comida, o mesmo tempero, da mesma forma, J.Lo provavelmente cansou do óbvio e não gravaria mais uma versão de “The time of my life” ou de “Against all olds”, logo, lambada neles.


Nesse mesmo sentido uma amiga, que tem 29 anos, procura parceiros sexuais, só que no trabalho, mas ela nunca trabalhou, ela quer diferenciar e eu (incrédulo convicto) tenho que acreditar que ela está a espera de uma surpresa, será que é isso? Vivemos a espera de surpresas?


Para uma pessoa que não trabalha e não tem/teve um namoro fixo nos últimos 20 anos a rotina é sair a noite e encontrar pessoas de sexo desprendido, a rotina cansou, sexo casual com um saradão recém surgido em uma boate não é mais novidade [ainda que seja feito no banheiro aos 15 minutos da apresentação], talvez o “fácil” já não é atrativo e podemos estar diante de uma nova[velha] forma de insaciedade, aquela do que te falta.


Ela provavelmente esta a espera de uma carta de admissão milagrosa envelopada por um peito cabeludo[ou não], mas essa é a atitude certa a ser tomada? Esperar emprego/sexo sem nem enviar o currículo? [nesse caso um currículo acompanhado de medidas, preferências e underware]


Ja com outra pessoa conhecida que estava em um relacionamento possessivo, as exigências do(a) companheiro(a) a/o transformou em outra pessoa, resultado = término traumático e busca por novas experiências, mas todo mundo busca[inclusive eu] relações arrebatadoras que nos tiram da cama a meia noite, que aparecem do nada e mudam nossa vida, nos tiram do nosso mundo nos levando para uma casa no campo ao som de rocks rurais com carneiros e cabras solenes no jardim.


Só que anos após sair do nosso mundo, nos sentimos no espaço e queremos voltar a terra. Acredito ainda que no meu caso o novo ficou velho e já não consigo comer no novo restaurante, logo, voltarei ao antigo restaurante - gravarei a minha lambada, pisarei no meu mundo.


O fato é que se solteiro(a) quer um relacionamento conjugal, se casados, um extra, se desempregados, uma transa profissional, se gordos uma comida gordurosa, se uma estrela internacional, gravar uma música do Kaoma, é a vida.


E quanto a minha amiga desempregada? por enquanto vai ter que se contentar com essa surpresa, Chorando se foi/ On the floor [Kaoma rumo ibiza, quem diria?], até gravar sua própria lambada, enviar seu Currículo ou partir para outras coisas.


quinta-feira, 10 de março de 2011

Logo eu, que sou melhor com a boca que com os dedos..



Em determinado momento na vida do ser humano, ele precisa tomar uma atitude, fazer algo que lhe faça bem, que mude, que goste, como trair o cônjuge, fazer sexo a três, fazer um novo sexo a dois, pedir demissão do emprego ou escrever um blog, não que eu goste de escrever, eu sempre fui melhor com a boca que com o português em geral, mas infelizmente radio novelas estão fora de moda.


Logo, me dedicarei a colunas, pois mereço o direito de me pronunciar, todas pessoas merecem um momento para ser elas mesmas, mesmo que ninguém presencie o fato, pelo mero motivo de em meio tanta confusão não poder expressar algo que não seja relacionado ao trabalho, estudo, ou até mesmo sobre as festas que aconteceram esse final de semana nessa “grande” ilha lost.


Uma coluna através de um blog trata de comunicação(sexual ou não), é uma forma de fazer com meus dedos o que eu já faço com a boca (interessante?), é mais que falar de sexo, é potencializar os pensamentos transformando em palavras [sim, trazer da cabeça para os dedos - e se mete os dedos de novo = masturbação gramatical?].


Não que eu não pense em nada importante (muito menos que sexo não seja importante), claro que as vezes tentamos solucionar o problema do aquecimento global, da pobreza, que também incomoda, mas podemos ler tudo isso na parte de política dos jornais, nas colunas de críticas e pensamentos, isso aqui é mais daquele tipo de coisa que fica entre o caderno de social e os classificados(perto dos anúncios de garotos de programa, mas antes dos imóveis e notas de falecimento).


O importante é exercer o direito a falar, e por isso falarei, não prometo redações perfeitas, mas garanto algum tipo de prazer[ainda que seja só meu, no final - ou ninguém ai nunca teve uma relação que o teve sozinho?].