Se observarmos, várias vezes no dia-a-dia nos deparamos com essa pergunta, vezes indiretamente, vezes diretamente, como por exemplo: Cobertura do Sunday, por cima ou por baixo? Cachorro quente, queijo por cima ou por baixo da salsicha? E o molho!? Enfim... muitas coisas na vida se resumem em “por cima ou por baixo” e não é tão simples assim decidir por uma posição.
Travesseiros por exemplo aconselha-se 2, um por baixo da cabeça e outro no meio das pernas (meio - uma nova posição), particularmente prefiro um embaixo da cabeça um em cima da cabeça(para proteger a sinusite do ar condicionado) e outro no meio das pernas (meio - a velha posição), mas acredito que isto é variavel de pessoa para pessoa, conheço gente que dorme com 2 de uma só vez e acha o máximo, conheço pessoas que dispensam todos e atingem o objetivo, mas então, se há tantos viés para uma pergunta tão direta, porque a necessidade de nos definirmos?
Os rótulos acompanham a sociedade, fato, assim, devemos nos apresentar as pessoas demonstrando nossas preferências?
- Prazer, Paulo, por cima, as vezes.
É necessário ser tão direto nos relacionamentos ou podemos deixar o tempo trazer as preferências? Precisamos ter preferências? Ao fazer essa pergunta as pessoas conseguimos definir vários tipos posições, que nos levam a outras apresentações:
As bem dispostas:
- Prazer, Maria, por cima, por baixo e de ladinho.
As reprimidas:
- Prazer, Cristina, tenho que falar isso? sei lá, que papo estranho.
As assanhadas:
- Prazer, Manoel, por cima e TAMBÉM por baixo.[sim, o também faz toda a diferença e inclui uma quarta posição - ou uma terceira pessoa.]
A questão é, por mais direta ou constrangedora que é a pergunta, o que a torna é a forma com que fazemos, ou respondemos, é sobre sexo sim, sexo e outras coisas, no meu caso, molhos por cima, queijo por baixo, na maioria das vezes, e travesseiros no meio, SEMPRE.